Outra função que deve chegar ao país em breve é o Uber Transit, embora ainda não tenha data de lançamento definida. O recurso, que funciona em parceria com a Moovit, integra a plataforma de corridas particulares ao transporte público. Assim, usuários podem visualizar condições, horários e rotas do percurso com a opção de ônibus e metrô. As novas modalidades ficarão disponíveis no próprio aplicativo da Uber, sendo possível escolhê-las entre alternativas ao UberX e Uber Juntos, por exemplo.
As bikes compartilhadas da Jump funcionam de forma semelhante ao serviço que a Yellow já oferece no Brasil, mas com a vantagem de serem elétricas. “A Jump tem um diferencial muito legal, que é uma das razões pela escolha da Uber, que é a tecnologia da bicicleta (...). Será a primeira bicicleta elétrica compartilhada do Brasil", comenta Silvia.
No entanto, diferentemente das patinetes que andam completamente sozinhas, o motor da bicicleta da Uber somente auxilia durante o exercício. A pessoa deve continuar pedalando, apesar de o esforço ser consideravelmente menor em comparação a uma bike normal. Em percursos com ladeiras, por exemplo, a tecnologia promete demandar menos força e ser uma "mão na roda" para o usuário.
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Para usar a bike, os usuários devem abrir o app padrão da Uber. Após selecionar a função para encontrar bicicletas disponíveis na região, é preciso andar até encontrar uma e utilizar o aplicativo para destravar o veículo. Ao terminar o trajeto, basta prender a bicicleta em qualquer apoio fixo em locais públicos, como poste e bicicletário, por exemplo, para finalizar a viagem.
Embora a preocupação com a segurança seja levada em conta pela Uber, a companhia afirma que as bicicletas travadas não têm serventia em possíveis casos de roubo. Além disso, a maioria dos componentes dos veículos não deve ter uso fora das bikes – outro fator que deve ajudar a minimizar ocorrências de furto.
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As patinetes elétricas viraram febre nos Estado Unidos, por conta da praticidade e preço baixo, e diversas empresas vêm apostando no serviço. Algumas marcas já oferecem o serviço no Brasil, como Scoo, Yellow e Tembici, por exemplo. As patinetes da Uber funcionam da mesma forma: o usuário deve selecionar a opção no aplicativo padrão e encontrar o veículo mais próximo.
A Uber não quis revelar o preço das novidades no Brasil. Para termos de comparação, nos Estados Unidos, a Jump Bike custa US$ 2 (cerca de R$ 7,50, na cotação atual) por 30 minutos de uso. Já a patinete elétrica custa US$ 1 (aproximadamente R$ 3,75) para destravar o equipamento e mais US$ 0,25 (R$ 0,95) por minuto usado. Para que o usuário consiga encontrar o veículo a tempo, a segunda taxa é cobrada apenas cinco minutos após a reserva.
Outras iniciativas
Todas as iniciativas fazem parte de um projeto da Uber de concentrar tudo que for relativo à mobilidade urbana em um aplicativo de celular. Além das corridas particulares e dos serviços de compartilhamento de patinetes e bicicletas elétricas, a empresa vem testando soluções para aluguel de carro e compra de passagens de ônibus, trem e metrô pelo smartphone.
Fonte: Techtudo




